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        <title>Platonismo - autores:caeiro</title>
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        <title>Platonismo</title>
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        <title>Ação e Produção</title>
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        <description>Ação e Produção

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Tr. António Caeiro. Lisboa: Quetzal, 2015, p. 10-11.

As acções têm, assim, o seu princípio de ser no Humano enquanto tal. Sem o elemento Humano não há acção. É o próprio Humano que é causa eficiente enquanto motivação da acção. E é também o Humano a causa final da acção, o terminus ad quem de todo e qualquer encaminhamento prático. O modelo aristotélico do pensamento da acção é o da produção. Sem dúvida que agir (agere) é diferente de produzir (fa…</description>
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        <title>Caeiro (2012:9-10) – TEÓRICO E PRÁTICO</title>
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        <description>Caeiro (2012:9-10) – TEÓRICO E PRÁTICO

A identificação deste horizonte (prático) e o seu isolamento são operações executadas através de um contraste sistemático com o horizonte teórico. Se a filosofia na sua dimensão teórica visa a constituição de uma situação que permita contemplar a verdade, na sua dimensão prática , contudo, a filosofia tende a expressar-se no agir . A diferença fundamental entre ambas as dimensões reside em que os entes que caem dentro do horizonte teórico não admitem alter…</description>
    </item>
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        <title>Caeiro (2014:7-8) – O tempo DA vida</title>
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        <description>Caeiro (2014:7-8) – O tempo DA vida

E as épocas das vidas, com os seus inícios e os seus fins, não são diferentes de vidas para vidas?

E se o tempo da vida não resultasse de juntar um segundo a cada novo segundo até perfazer um minuto? E se o tempo da vida inteiro não resultasse de juntar sessenta minutos numa hora, vinte e quatro horas num dia, sete dias numa semana, quatro semanas num mês e doze meses num ano, ou os anos todos das nossas vidas no tempo da vida?</description>
    </item>
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        <title>Ação</title>
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        <description>Ação

ACCA

As acções têm, assim, o seu princípio de ser no Humano enquanto tal. Sem o elemento Humano não há acção. É o próprio Humano que é causa eficiente enquanto motivação da acção. E é também o Humano a causa final da acção, o terminus ad quem de todo e qualquer encaminhamento prático. O modelo aristotélico do pensamento da acção é o da produção. Sem dúvida que agir (agere) é diferente de produzir (facere). Pode haver uma perícia da produção, mas já não uma perícia da acção.…</description>
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        <title>Caeiro (2015:11-12) – SABER O QUE FAZER NÃO É SUFICIENTE</title>
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        <description>Caeiro (2015:11-12) – SABER O QUE FAZER NÃO É SUFICIENTE

A análise de Aristóteles (Ética a Nicômaco) permite-nos, assim, uma recondução do horizonte concreto da acção ao seu princípio. Contudo, o princípio da acção não está ao alcance de uma detecção cognitiva e puramente teórica. Na verdade, há uma distância abissal entre conhecer o princípio da acção e exprimi-lo no agir. O saber prático é adquirido apenas quando se converte em acção realizada. Isto é, não importa saber apenas qual é a possib…</description>
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        <title>Caeiro (2012:281-282) – arche - PRINCÍPIO</title>
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        <description>Caeiro (2012:281-282) – arche - PRINCÍPIO

O horizonte de indagação filosófica deixa de estar exclusivamente ligado ao problema posto pela experiência maciça do ser. Na verdade, é a presença maciça e absolutamente problemática do ser que mobiliza o pensamento pré-socrático. Todo o seu esforço estava concentrado na procura da αρχή, isto é, de um princípio, origem e proveniência dos entes no seu todo. A questão filosófica do ser reparte-se, contudo, com Aristoteles, por diversas frentes de investi…</description>
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        <title>Prazer e depressão no tempo</title>
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        <description>Prazer e depressão no tempo

ACCA

Não se consegue antecipar que o tempo que segue ao prazer (ἡδονή) traga consigo a sua cessação e a sua metamorfose em sofrimento, um sofrimento resultante da qualidade do prazer (ἡδονή) sentido. Aquelas coisas são más (e trazem, assim, impossibilidade e perversão à potência da vida), porque terminam em sofrimentos e destroem os restantes prazeres [Prot., 353e6-8]. Quer dizer, elas não vão apenas desembocar (ἀποτελεῖν) em sofrimento como também dão origem a uma …</description>
    </item>
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        <title>CAEIRO: êthos</title>
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        <description>CAEIRO: êthos

Data: 2017-06-27 09:37

A areté como possibilidade extrema do humano

§48 - Abertura sensata ao bem da situação humana

Com Aristóteles, a pergunta pela excelência (arete) passa a platonizar-se, se assim se pode dizer, ao ser reconduzida ao horizonte do carácter (êthos) do humano.</description>
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        <title>Fenomenologia da situação humana</title>
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        <description>Fenomenologia da situação humana

ACCA

Esta dissertação tem como objectivo a exposição do horizonte da situação humana (πρᾶξις) por forma a nele se poder encontrar e realizar a sua possibilidade extrema, a excelência (άρετή). É nessa conformidade que pretendemos promover a identificação e o isolamento do sentido da excelência (άρετή), em geral, e da excelência (άρετή) da situação humana (πρᾶξις), em especial, tanto em</description>
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        <title>Caeiro</title>
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        <description>Caeiro

António de Castro Caeiro

CAEIRO, António de Castro. A arete como possibilidade extrema do humano. Fenomenologia da práxis em Platão e Aristóteles. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2002

Introdução

A possibilidade de uma consideração fenomenológica da excelência (areté)caeiro index</description>
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