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Eliasson
Erik Eliasson
ELIASSON, Erik. The notion of “that which depends on us” in Plotinus and its background. Leiden: Brill, 2008.
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Capítulo Um. Introdução
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1.1. O tema do presente estudo
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1.2. O contexto histórico-filosófico do tema
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1.3. Por que uma abordagem terminológica é adequada ao tema
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1.4. Esboço do presente estudo
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1.5. Limitações do presente estudo
Capítulo Dois. Plotino: Observações Preliminares-
2.1. Uma visão geral das ocorrências de ἐφ’ ᾐμῖν nas Enéadas
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2.2. Três características significativas do relato de ἐφ’ ᾐμῖν na Enéada VI.8
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2.3. Bolsa de estudos anteriores sobre a noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Plotino
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2.3.1. A interpretação da liberdade
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2.3.2. A interpretação da livre escolha
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2.3.3. A interpretação do livre-arbítrio
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2.3.4. A interpretação da ação livre
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2.3.5. A interpretação da autodeterminação
2.4. ConclusõesCapítulo Três. Aristóteles e os Comentadores Iniciais-
3.1. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Aristóteles
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3.1.1. As noções inclusiva e exclusiva de ἐφ’ ᾐμῖν
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3.1.2. As noções inclusiva e exclusiva de ação
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3.1.3. Uma ontologia tentativa de τά ἐφ’ ᾐμῖν
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3.1.4. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν aplicada aos estados internos
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3.1.5. Conclusões sobre a noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Aristóteles
3.2. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Aspásio (In EN)3.3. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν no Anônimo (In EN II-V)3.4. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Alexandre de Afrodísias-
3.4.1. Uma interpretação recente da noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Alexandre de Afrodísias
3.5. Conclusões sobre as noções aristotélicas de ἐφ’ ᾐμῖνCapítulo Quatro. Estoicos-
4.1. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Crisipo
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4.1.1. Uma interpretação recente da noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Crisipo
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4.1.2. Interpretação das fontes da noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Crisipo
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4.1.3. Conclusões sobre a noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Crisipo
4.2. A noção de in nostra potestate em Sêneca4.3. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Musônio Rufo4.4. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Epicteto4.5. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Marco Aurélio4.6. Conclusões sobre as noções estoicas de ἐφ’ ᾐμῖνCapítulo Cinco. Médio-Platônicos-
5.1. Uma breve visão geral das fontes
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5.2. Uma nota sobre as fontes platônicas para as noções médio-platônicas de ἐφ’ ᾐμῖν
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5.3. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Filo de Alexandria
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5.4. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Plutarco
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5.5. A noção padrão médio-platônica de ἐφ’ ᾐμῖν
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5.5.1. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν no Didascálico de Alcínoo
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5.5.2. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν no De fato do Pseudo-Plutarco
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5.5.3. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν no De natura hominis de Nemésio de Emesa
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5.5.4. A noção de in nostra potestate no In Timaeum de Calcídio
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5.5.5. A noção de in nobis no De Platone de Apuleio
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5.5.6. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν nas Orações de Máximo de Tiro
5.6. Conclusões sobre as noções médio-platônicas de ἐφ’ ᾐμῖνCapítulo Seis. Plotino Reconsiderado-
6.1. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Plotino fora da Enéada VI.8
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6.1.1. Sobre o destino (III.1)
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6.1.2. Sobre o bem-estar (I.4)
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6.1.3. Sobre a providência I (III.2)
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6.1.4. Conclusões
6.2. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν em Plotino na Enéada VI.8-
6.2.1. Um breve esboço da Enéada VI.8
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6.2.2. A noção aplicada ao nível das almas individuais
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6.2.2.1. Crítica de uma atribuição comum insatisfatória de τὸ ἐφ’ ᾐμῖν ao desejo (βοΰλησις)
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6.2.2.2. Uma primeira condição de conhecimento revisada para a definição de ἐφ’ ᾐμῖν: conhecimento normativo geral
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6.2.2.3. A atribuição revisada de τὸ ἐφ’ ᾐμῖν ao desejo (βοΰλησις)
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6.2.2.4. Uma segunda condição de conhecimento revisada para a definição de ἐφ’ ᾐμῖν: conhecimento racional do porquê algo é correto
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6.2.2.5. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν explicada como o que acontece a partir de um princípio autodeterminado (αρχή αυτεξούσιος)
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6.2.2.6. A noção de ἐφ’ ᾐμῖν na ação
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6.2.2.7. Conclusões
6.2.3. A noção aplicada ao Intelecto6.2.4. A noção aplicada ao Uno6.2.5. Conclusões sobre a aplicação da noção a diferentes níveis6.3. Conclusão geral sobre a noção de ἐφ’ ᾐμῖν nas EnéadasCapítulo Sete. Conclusões
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