A potência de Eros, encarnando-se na figura de
Sócrates em particular e na do filósofo em geral, aparece como o mediador por excelência que, unindo corpos e almas e fazendo comunicar o sensível com o inteligível, conduz em direção à beleza ela mesma — a qual permite acessar a imortalidade ao favorecer o engendramento dos belos discursos sobre o verdadeiro e o bem, cuja posse perpétua abre o caminho à felicidade verdadeira.