Ao atingir a idade adulta, Dioniso é reconhecido por Hera como filho de Zeus apesar da marca de efeminação atribuída à educação recebida.
A loucura infligida ao próprio Dioniso desloca a mania do plano punitivo externo para o núcleo da divindade, tornando-a motor de errância e conquista.
O cortejo com Sileno, sátiros e mênades institui uma forma de exército ritual, simultaneamente militar e extático.
O thyrsos, as espadas, as serpentes e os bull-roarers figuram a mistura de armas e instrumentos sagrados, pela qual terror e alegria avançam conjuntamente.
A passagem ao Egito levando a videira e a hospitalidade de Proteu em Faros articulam difusão cultual e acolhimento régio.
O convite às rainhas amazonas líbias para marchar contra os Titãs e restaurar Amon apresenta uma primeira vitória militar atribuída ao deus, associando triunfo bélico e restauração de realeza.