A insistência heideggeriana na unicidade do aspecto visa fundamentar a tese de que o Ser em
Platão é, em última análise, a fixação de um produzir, onde a singularidade da Ideia deriva da vontade divina de ser o criador genuíno, fundindo
physis,
techne e
poiesis sob o conceito geral de “trazer à luz” (
Hervorbringer), ignorando as distinções explícitas de
Sócrates entre o cultivo divino, a fabricação humana e a imitação artística.