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Suposição comum contemporânea de que teologia científica, na tradição escolar (escolástica), pratica-se sobre bases aristotélicas.
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Esquecimento da tradição muito mais antiga de prática filosófica no cristianismo, que preencheu quase um milênio de vida intelectual cristã.
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Permanência dessa tradição, no Oriente cristão, como tonalidade dominante até o presente.
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Identificação dessa tradição como platonismo cristão, simultaneamente tradição dos Padres da Igreja (filosofia patrística).
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Expressão, nessa filosofia patrística fundamentada no platonismo, de elementos da tradição cristã posteriormente relegados a segundo plano com adoção do vocabulário aristotélico.
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Relevância contemporânea desses elementos tanto para pensamento teológico quanto para vivência da fé.
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Reconhecimento dos perigos inerentes à utilização de esquemas platônicos em contexto cristão: riscos de caricatura e deformação de elementos fundamentais do cristianismo, perigos que método teológico formado pelo aristotelismo não conhece.