§ 9. Introdução ao fenômeno da reprodução (mímesis). A reprodução (mímesis) da natureza (phýsis)
-
a. A análise dos apetrechos (skeué)
-
b. Alargamento da consideração aos entes da natureza (phýsei onta)
-
c. O nosso acesso aos entes como um acesso mimético
§ 10. O problema da abertura ao horizonte de acontecimento da situação humana (práxis)
§ 11. A possibilidade da excelência (areté) dada a partir da tematização das afecções (páthe) que influenciam o horizonte da situação humana (práxis)
§ 12. A tematização do plano responsável (aitía) pelo sentido das situações humanas (práxeis) em analogia à pergunta sobre o sentido dos fenômenos físicos
§ 13. O bem (agathón) como o sentido excelente da situação humana (práxis)
-
Capítulo II: A reprodução (mímesis) como distorção patológica da situação humana (práxis) (a perspectiva da tragédia e da comédia)
-
§ 14. A reprodução imitadora (mímesis) da situação humana (práxis)
-
a. A tematização da diferenciação estrutural da imitação relativamente ao que é ou está a ser imitado
-
b. A possibilidade da constituição de um ponto de vista que calcula a afecção patológica do horizonte da situação humana (práxis) em analogia com o domínio da natureza (phýsis)
-
§ 15. O horizonte da situação (práxis) humana
-
a. A base fenomenal da situação (práxis) humana
-
b. O acontecimento do sofrimento (lýpe) e os modos como nos podemos comportar relativamente à situação que cria: o patológico (mímesis) e o que procura pelo sentido (lógos) dessa situação (práxis)
-
c. A reprodução imitadora (mímesis) da tragédia como distorção do sentido do sofrimento (lýpe). A compaixão (éleos) patológica dessa «distorção»
-
d. A reprodução imitadora (mímesis) da comédia como distorção do sentido da forma (lýpe) deprimente do pudor (aidós)
-
§ 16. A reprodução (mímesis) como alienação da afecção (páthos) que nos afeta e a possibilidade de uma apropriação pelo sentido (lógos) do sentido da afecção (páthos)
-
§ 17. A reprodução imitadora (mímesis) como o paroxismo da situação habitual de compreensão do que nos acontece
-
Capítulo III: O desocultamento (alétheia) do sentido da situação humana (práxis) e o acesso ao horizonte excelência-perversão (areté–kakía)
-
§ 18. Excurso: a reprodução poética (mímesis poiētiké) como retórica (rhētoriké). O esforço de anulação do efeito que fazem surtir
-
§ 19. A possibilidade de desconstrução dos enunciados miméticos e o acesso ao sentido compreensivo (lógos) de cada situação (práxis)
-
§ 20. A fixação do sentido da situação (práxis) humana a partir do estar lançado para o bem. O bem como fundamento da situação (práxis). A possibilidade de a tematização do bem ser mimética
-
Secção II: Primeira concretização fenomênica da possibilidade da constituição da excelência (areté): a convocação da perseverança (andréia) como superação (télos) da situação de depressão (lýpe) criada pelo medo (phóbos) (Protágoras)
-
Capítulo I: A excelência (areté) como «poder epistêmico» (dýnamis)
-
§ 21. A excelência (areté) como poder (dýnamis) produzido por um saber (epistéme). A excelência (areté) como resolução de uma situação (práxis) sem saída aparente
-
§ 22. A tematização da «situação precária» (kaké práxis) como situação limite a partir da qual irrompe na sua urgência a pergunta pelo saber (epistéme) da excelência (areté)
-
§ 23. Os problemas levantados no
Protágoras
-
Capítulo II: A lógica da patologia como privação do olhar epistêmico ou fronético
-
§ 24. O fenômeno da adversidade (symphorá)
-
a. Como afecção da depressão (lýpe)
-
b. A inconstância da vida humana e a dependência do seu sentido das situações e circunstâncias que nela se formam
-
c. As condições de afetabilidade da adversidade (symphorá)
-
d. A característica formal da adversidade (symphorá) como cancelamento do saber (stéresis epistémes)
-
§ 25. Afeto (páthos) versus sentido compreensivo (lógos) [a privação do saber (epistéme) como passividade]
-
Capítulo III: A «técnica medidora» (metrētiké téchnē) como anulação do vigor da aparição patológica (hē toû phainoménou dýnamis) (os elementos atemáticos do horizonte patológico)
-
§ 26. A «eternidade» aparente do instante patológico e a possibilidade de futuração dada pelo saber (epistéme)
-
§ 27. «Excelência» (areté) e «perversidade» (kakía) como determinações que excedem o horizonte patológico prazer-depressão (hedoné–lýpe). A aparente inversão da lógica factível de perseguição e de afastamento do cumprimento (télos)
-
§ 28. O excesso (hyperbolé) e o defeito (élleipsis) patológicos
-
§ 29. A «técnica medidora» (metrētiké téchnē) e a «potência do fenômeno» (dýnamis toû phainoménou)
-
a. Como pontos de vista sobre os horizontes natureza essencial (phýsis) e situação (práxis)
-
b. Excurso: o fenômeno da imobilização tranquila (hēsychía) como uma aparência afetiva
-
c. Imitação espacial da patologia
-
d. A perícia medidora (metrētiké téchnē)
-
Capítulo IV: A excelência (areté) como concretização de desocultação (alétheia)
-
§ 30. A possibilidade de ter em vista o cumprimento (télos) na situação patológica de medo
-
§ 31. A lógica da «escolha». A excelência concretizada como «elevação sobre o medo». A patologia instantânea do medo e o domínio de saber do momento seguinte
-
§ 32. A desocultação do carácter vergonhoso (aischrón) como aquilo em vista do que se avalia a depressão (lýpe) do medo (phóbos)
-
§ 33. A interpretação do «medo» como bem possibilitante (agathón) ou como mal impeditivo (kakón). A interpretação do fenômeno patológico que provoca a movimentação de fuga e a possibilidade de o «perseguirmos». A «modificação» da facticidade humana
-
Secção III: Segunda concretização fenomênica da possibilidade de constituição da excelência (areté): a convocação da justificação-consciência tranquila (dikaiosýnē–sōphrosýnē) como superação (télos) da situação de prazer (hedoné) produzida pela vontade de prazer (epithymía) (Górgias)
-
Capítulo I: Convocação do horizonte da situação (práxis) em contraposição ao horizonte da natureza (phýsis) entes intermédios (tà metaxý onta). A lógica da situação (práxis)
-
§ 34. Nota introdutória ao
Górgias
-
a. A análise da manifestação de perversão (kakía), injustiça (adikía) e a possibilidade de constituição da justiça (díkē)
-
b. Situação-cumprimento (práxis–télos)
-
§ 35. A irredutibilidade da estrutura fim-meio (hoû héneka–héneka toû) à dimensão neutralizada entes intermédios (tà metaxý onta). A contraposição da dimensão excelência-perversão (areté–kakía) relativamente à dimensão entes intermédios (tà metaxý onta)
-
§ 36. A conversão do olhar para a estrutura do sentido
-
§ 37. A abertura ao bem de uma determinada ação
-
a. A suspensão do horizonte dos entes intermédios (entes por natureza) (tà metaxý onta (sc., tà phýsei onta))
-
b. O carácter temporal da situação (práxis)
-
Capítulo II: Manifestações de injustiça (adikía). O comportamento inautêntico relativamente ao cumprimento (télos)