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| + | ===== Bréhier ===== | ||
| + | ~~NOCACHE~~ | ||
| + | //História da Filosofia, de Émile Bréhier, traduzido por Eduardo Sucupira Filho// | ||
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| + | O método analítico, entretanto, apresenta grave problema, pressentido no Fédon, e longamente tratado na República. Nele, com efeito, a hipótese, após ter servido à demonstração, | ||
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| + | É possível compreender esse trecho enigmático da República sobre a ideia do Bem, se nos dermos conta do problema que se destina a resolver. No Fédon, Platão dera o nome geral de reflexão (dianoia) ao pensamento que procede da descoberta de hipóteses. Mas a condição pela qual se avança de hipótese em hipótese não constitui também uma hipótese? Não, certamente, pela relação lógica de dependência que todo o resto tem com ela, o que não a distinguiria de outra hipótese. Não se poderia reconhecê-la senão por uma intuição intelectual direta (noesis) e uma espécie de visão; não há outra maneira de justificar-se (República, | ||
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| + | Disso decorre o papel do filósofo, tal como é retratado no livro VII da República. Na base de sua formação intelectual encontram-se as quatro ciências que utilizam o " | ||
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| + | Mas tudo isso não passa de uma preparação; | ||
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