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TRATADO 42 (VI, 1) - DAS DEZ CATEGORIAS ARISTOTÉLICAS E DAS QUATRO ESTOICAS

Enéada VI,1

Brisson & Pradeau

BP

Capítulo 1, 1-14. Introdução geral: sobre o número de gêneros do ser ou de categorias nos antigos: Platão, Aristóteles e os estóicos.

  • Cap. 1, 1-5. Os antigos.
  • Cap. 1, 6-12. Platão, Aristóteles e os estóicos.
  • Cap. 1, 12-14. A questão da univocidade ou da equivocidade.

Capítulos 1, 15 a 24, 12. Os gêneros do ser ou as categorias segundo Aristóteles.

  • Cap. 1, 15-30. Enquadramento do problema.
  • Cap. 2 a 24. Inventário dos gêneros do ser ou categorias.
  • Cap. 2-3. A realidade.
  • Cap. 4-5. A quantidade.
  • Cap. 6-9. A relação.
  • Cap. 10-12. A qualidade.
  • Cap. 13. O “quando”.
  • Cap. 14. O “onde”.
  • Cap. 15-22. O agir e o sofrer.
  • Cap. 23. O ter.
  • Cap. 24. A posição.

Capítulos 25 a 30. Os gêneros do ser ou categorias segundo os estóicos.

  • Cap. 25, 1-11. O ti.
  • Cap. 25, 12-28, 26. O sujeito ou o substrato.
  • Cap. 29. A qualidade.
  • Cap. 30, 1-21. A maneira de ser.
  • Cap. 30, 21-27. A relação.
  • Cap. 30, 28-32. Conclusões.

Bouillet

Ennéades

LIVRO I SOBRE OS GÉNEROS DO SER I

(I) Existem opiniões muito divergentes sobre o número dos seres e sobre os gêneros que eles formam. Começaremos por examinar a doutrina que os peripatéticos defendem a esse respeito.

CRÍTICA ÀS DEZ CATEGORIAS DE ARISTÓTES

(II-III) As dez categorias de Aristóteles não podem ser aplicadas igualmente aos seres inteligíveis e aos seres sensíveis.

Começando pela Substância, a substância inteligível e a substância sensível não podem formar um único gênero: pois a segunda procede da primeira. Em seguida, não se vê bem o que há de comum tanto entre a matéria, a forma e o composto, dos quais Aristóteles faz a categoria da substância, quanto entre as substâncias primeiras e as substâncias segundas. A definição que se dá dessa categoria é tão vaga que se aplica a tudo.

(IV-V) A categoria da Quantidade compreende o número ou quantidade discreta e a extensão ou quantidade contínua. Essa teoria suscita várias objeções. Em primeiro lugar, a extensão só é uma quantidade na condição de ser avaliada pelo número. Em seguida, quanto ao próprio número, é preciso distinguir o número inteligível do número sensível; apenas o segundo é uma quantidade. Por fim, a palavra, o tempo e o movimento são quantidades apenas por acidente.

(VI-IX) A categoria da Relação não está suficientemente bem determinada; ela compreende coisas muito diferentes. Em certos casos, ela pressupõe algo de real nos objetos; em outros casos, parece ser apenas uma simples concepção de nossa alma. Para sair dessa indeterminação, é preciso chamar de relativas apenas as coisas que devem sua existência à sua correlação, como o duplo e a metade, a atividade e a passividade. Sua realidade consiste seja em uma eficácia, em um ato, como a ciência, seja em uma participação em uma forma, como o duplo.

(X-XII) A mesma imprecisão se encontra na categoria da Qualidade, que compreende a capacidade e a disposição, a potência física, a qualidade afetiva, a figura. As diferenças que distinguem as essências umas das outras só poderiam ser chamadas de qualidades por homonímia. As propriedades que realmente merecem o nome de qualidades são aquelas que qualificam as coisas e que são potências e formas, seja da alma, seja do corpo. Por essa definição, compreende-se como as impotências e os defeitos constituem qualidades: é que são deposições e formas imperfeitas. Por isso, vê-se igualmente que é inútil distinguir, como faz Aristóteles, quatro espécies de qualidades. Por fim, com isso, separam-se claramente os qualificativos dos relativos. — Além de todas essas críticas, há ainda outra que se tem o direito de dirigir à doutrina de Aristóteles, e que se aplica a todas as suas categorias: é que ele não distingue o sensível do inteligível; aqui, por exemplo, ele reúne em uma mesma categoria a qualidade inteligível, que é propriamente a essência, e a qualidade sensível, que é a única que deve receber o nome de qualidade e que consiste em uma disposição, seja ela adventícia ou original.

(XIII-XIV) As categorias designadas pelas palavras Onde e Quando indicam que um objeto se encontra em um tempo ou lugar determinado. Teria sido, portanto, melhor tomar aqui como categorias as noções puras de lugar e de tempo.

(XV-XVIII) A categoria de Agir deveria ser substituída pela de Movimento, de que a ação e a paixão são apenas dois modos. Seria melhor fazer uma categoria do ato (ἐνέργια) do que da ação (ποίησις), porque o ato se afirma tanto da substância quanto da qualidade. Além disso, o movimento deve, mais do que o próprio ato, constituir uma categoria. Em vão se alega que o movimento é um ato imperfeito, que implica a ideia de sucessão e de tempo, enquanto o ato está fora do tempo; essa afirmação é falsa: a noção de tempo só está implicada no movimento por acaso. Além disso, é totalmente arbitrário argumentar que o ato e o movimento pertencem ao gênero dos relativos; tal teoria leva a considerar todas as coisas como relativas. Por fim, a distinção que os peripatéticos estabelecem entre o ato e o movimento suscita uma série de dificuldades, como se vê ao examinar as diversas formas verbais. Uns, de fato, expressam uma ação perfeita ou um estado, como pensar, e outros uma ação sucessiva, como caminhar. Além disso, cada uma dessas classes se subdivide em duas espécies: verbos que expressam uma ação absoluta, pela qual apenas o sujeito é modificado, como caminhar, pensar; verbos que expressam uma ação relativa a outro objeto e servem apenas para formar os verbos passivos, como dividir.

(XIX-XXII) Visto que, em todas as coisas, Sofrer forma um único gênero com Agir, e que vem depois, sem ser o seu oposto, é errado fazer de Sofrer uma categoria à parte. A ação e a paixão devem ser colocadas em um único e mesmo gênero, o do movimento, do qual são apenas pontos de vista correlativos. De fato, quando se estuda sua natureza, percebe-se que a ação é um movimento espontâneo e que a paixão consiste em experimentar, sem contribuir em nada para isso, uma modificação que não concorre para a essência. Daí resulta que nem todos os atos são ações; o pensamento, por exemplo, exerce-se sobre si mesmo.

(XXIII) A categoria do Ter é muito vaga e aplica-se a tudo. Se tentarmos limitar sua aplicação, caímos no arbitrário.

(XXIV) O mesmo pode ser dito da categoria da Situação. Ela tem, além disso, o defeito de se enquadrar nas anteriores.

CRÍTICA ÀS CATEGORIAS DOS ESTOICOS

(XXV) Os estoicos, reconhecendo apenas quatro categorias, dividem todas as coisas em substâncias, qualidades, modos e relações. Além disso, abrangem todos os seres em um único gênero, atribuindo-lhes algo em comum.

Para começar por esse algo em comum, não se consegue compreender em que consiste, nem como poderia se adaptar tanto aos corpos quanto aos seres incorpóreos.

(XXVI-XXVIII) Por Substância, os estoicos entendem a matéria, da qual fazem o princípio e a essência de todos os seres. Assim, confundem um princípio com um gênero, duas coisas muito diferentes. Além disso, estão errados ao tomar como princípio o que existe apenas em potência e ao fazer da matéria um corpo, atribuindo-lhe extensão. Deus, nesse sistema, não passa de matéria modificada; mas não se compreende de onde vem à matéria a modificação da qual ela é objeto, se não houver fora dela um princípio ativo. Suponha que a matéria e o princípio ativo que a modifica constituam um único sujeito; as outras coisas não serão mais do que a matéria modificada; elas não terão mais existência real. Daí resulta que o ser deriva do não-ser, que o ato deriva da potência, o que é absurdo. Esse erro dos estóicos tem por causa o fato de terem tomado a sensação como guia na determinação dos princípios.

(XXIX) As Qualidades dos estóicos deveriam ser incorpóreas e ativas, uma vez que a matéria é passiva. No entanto, suas razões seminais são corpóreas, de modo que, antes de formarem com a matéria um composto, elas próprias já estão compostas; não têm, portanto, nenhuma realidade por si mesmas e constituem meras modificações da matéria.

(XXX) Sendo as qualidades apenas modificações da matéria, os modos não podem ter mais realidade, uma vez que se referem às próprias qualidades. Além disso, não podem constituir um gênero, pois formam apenas um amontoado confuso de coisas completamente diferentes umas das outras; ; Encontramos a mesma confusão e a mesma incoerência no que os estóicos dizem sobre as relações.

Igal

BCG57

I. Introdução (1, 1-14)

1. Os filósofos da Antiguidade (pré-socráticos): uns estabeleceram (a) um único ser, (b) outros um número limitado de seres e © outros um número ilimitado. Deixemos de lado essas teorias, já criticadas por filósofos posteriores (1, 1-5).

2. Platão, Aristóteles, estoicos: tratemos daqueles que estabeleceram um número limitado de gêneros do ser, os que postulavam dez (Aristóteles) ou menos de dez (Platão, estoicos) (1, 6-12).

3. Dentre estes, alguns concebem os gêneros como princípios e outros como os próprios seres, genericamente tão numerosos (1, 12-14).

II. As categorias de Aristóteles (1, 15-24, 12)

1. Abordagem (1, 15-30): dois problemas.

2. A substância (cap. 2-3).

3. Quantidade (cap. 4-5).

4. Relação (cap. 6-9).

5. Qualidade (cap. 10-12).

6. Quando (cap. 13).

7. Onde (cap. 14).

8. Ação e paixão (cap. 15-22).

9. Ter (cap. 23).

10. Posição (cap. 24).

III. As categorias dos estoicos (cap. 25-30).

1. O gênero «algo» (25, 1-11).

2. O «sujeito» ou «substrato» (25, 12-28, 26).

3. A qualidade (cap. 29).

4. O modo de ser (30, 1-21).

5. A relação (30, 21-27)

Conclusão (30, 28-32): Seria possível discutir outras teorias distintas das mencionadas, valendo-nos inclusive das críticas dos filósofos antigos.

Armstrong

APE

VI. 1

Opiniões anteriores sobre o número de seres e os tipos de ser, consideradas de forma resumida. As dez categorias aristotélicas aplicam-se tanto ao mundo sensível quanto ao mundo inteligível (cap. 1)? Substância: críticas à doutrina aristotélica: não pode haver uma única categoria de substância para ambos os mundos (cap. 2 e 3). Quantidade: dificuldades sobre números e magnitudes, quantidade descontínua e contínua (cap. 4). A linguagem e o tempo não devem ser classificados como quantitativos (cap. 5). Relação: dificuldades da doutrina aristotélica. As relações não existem apenas em nosso pensamento (cap. 6-9). Qualidade: dificuldades sobre a explicação aristotélica e a classificação das qualidades (cap. 10-12). Quando. Por que torná-lo uma categoria separada: os “quandos” não são partes do tempo (cap. 13)? Onde. Novamente, como no caso do “quando”, a perversidade de criar uma categoria separada e colocar o lugar e o que está no lugar em categorias diferentes (cap. 14). Ação (ou fazer e criar): discussão crítica da explicação aristotélica (cap. 15-19). Afecto (ou passividade). Dificuldades em torná-lo uma categoria separada, nitidamente distinguida da Ação (capítulos 20-21). Ação-Afecto como Relação (capítulo 22). Ter: esta categoria é realmente necessária (capítulo 23)? O mesmo se aplica à Posição (capítulo 24).

As categorias estoicas: absurdo do gênero supremo estoico, “algo”: confusão em sua explicação materialista de substância-sujeito (cap. 25). Ataque ao materialismo estoico (cap. 26 e 27). O grande erro estoico é a confiança na percepção sensorial (cap. 28). Crítica à explicação materialista estoica da Qualidade (cap. 29). Rejeição sumária das categorias estoicas de Estado e Relação (cap. 30).

Lloyd

LPE

6.1

§1. Plotino começa discutindo as diversas posições adotadas por pensadores anteriores sobre a questão de quantos (gêneros de) seres existem, antes de se concentrar em Aristóteles (§§1–24); os capítulos finais voltam-se então para os estóicos. As duas questões centrais na discussão da visão peripatética são: é possível reduzir o número de gêneros a dez? E: como o ser sensível se relaciona com o ser inteligível? Plotino levanta dois problemas: em qualquer gênero não há anterior e posterior; portanto, dada uma distinção entre ser sensível e ser inteligível, não pode haver gêneros de ser. Em segundo lugar, há apenas identidade de nome (“homonímia”) entre seres sensíveis e seres inteligíveis — quando se diz o que cada um deles é, há duas definições diferentes.

§§2–3. A natureza da substância. O problema fundamental que Plotino levanta aqui, repetido no caso dos outros gêneros, é o seguinte: as coisas que se supõe serem substância são demasiado diversas para se enquadrarem num único gênero. Pois este deveria incluir o ser sensível e o ser inteligível, a forma, a matéria e o composto, os indivíduos e as espécies.

§§4–5. A natureza da quantidade. Ele repete a crítica de que não há característica comum que os una em um gênero. Existem duas espécies de quantidade – contínua e discreta. Mas Plotino deseja estabelecer o que é realmente quantidade e chega à conclusão de que o tempo e o espaço são apenas acidentalmente quantidades, e que apenas o número é essencialmente quantidade.

§§6–9. A natureza dos relativos; aqui também um problema é a coerência do gênero. Mas, mesmo antes disso, a questão sobre o ser dos relativos precisa ser resolvida. O §7 defende a tese de que existem apenas relativos para nós, na medida em que eles não afetam os relatados. O §8 retoma a questão do ser dos relativos – eles não são corpos, mas incorpóreos. Mas são de diferentes tipos. O §9 discute três tipos de princípios dos relativos – a relação que dá origem a (1) uma atividade, (2) participação, (3) sensação, estados e medidas.

§§10–12. A natureza da qualidade. Com base nos quatro tipos de qualidade distinguidos por Aristóteles: estados, disposição, capacidade e figura, Plotino argumenta que a qualidade não forma um gênero coerente. Não há nenhuma característica comum a todos os tipos. No §10, ele argumenta que, na verdade, as distinções entre os quatro tipos não são sustentáveis, e no §12 esboça uma nova tipologia provisória, dependendo de as qualidades serem do corpo e da alma, correspondentes a atividades, e prejudiciais ou benéficas.

§13. A natureza do “quando”, que, na medida em que reúne advérbios de tempo, constitui um gênero genuíno. No entanto, Plotino procura demonstrar que ela pode ser reduzida, nomeadamente à quantidade, na medida em que o tempo é uma quantidade.

§14. A natureza do “onde”, que fornece respostas a perguntas formuladas com “onde?”. Por poder ser reduzida ao lugar, não constitui um gênero por si só. O paralelo entre o “onde” e o “quando” é ampliado para incluir a ideia de que nenhum dos dois é simples da maneira que um gênero deveria ser, uma vez que indicam partes do lugar e do tempo. Ambos podem, de fato, ser considerados como relativos.

§§15–22. A discussão sobre produzir mudança e ser afetado ocupa os §§15–22. De fato, Plotino insiste em discutir a atividade pela qual algo age. Ele passa então a refutar a definição de Aristóteles de movimento como uma atividade incompleta. Pois este é completo, em cada instante, é contínuo e não é infinitamente divisível. Uma vez que o movimento tenha sido assimilado à atividade, surge a questão de saber se agir e ser afetado não são, de fato, simplesmente relativos. Plotino, de fato, considera produzir mudança e ser afetado como espécies de movimento (§18): algumas atividades se relacionam com algo que está sendo afetado, outras não. Apenas as primeiras são mudanças, e as últimas são atividades. As atividades podem então ser distinguidas em locomoção e pensamento. Se a mudança no ser provém de seu próprio ser, isso é agir; se provém do ser de outro, então é ser afetado. No entanto (§19), a distinção entre agir e ser afetado não é nítida: cortar, por exemplo, inclui ambos. Ser afetado não designa meramente o processo de piorar. Por fim, nos §§21–22, Plotino argumenta que agir e ser afetado não são gêneros do ser. Se diferem um do outro, então são mudanças, mais exatamente alterações. Se são meramente dois aspectos de uma única mudança, então ambos são meramente relativos. No entanto, os atos que não se relacionam com outras coisas não devem ser considerados como agir de forma alguma; assim, todo ato é, de fato, relativo.

§§23–24. A natureza do ter, proporcionando a Plotino uma variedade de críticas, sobretudo quanto ao motivo pelo qual uma noção tão restrita deveria ser considerada um gênero. Da mesma forma, ele argumenta contra a posição (§24) de que muitos itens colocados nesse gênero podem facilmente ser colocados em outros gêneros.

§§25–30. Ataque à noção estoica de gêneros. Primeiro, ele critica os erros lógicos que vê na escolha dos gêneros e, em segundo lugar, ataca o corporealisme estoico: todos os gêneros são corpos, exceto os lekta, os “dizíveis”. Eles distinguem quatro gêneros primários do ser, isto é, do corpo — o substrato, a coisa qualificada, o modo de ser e o modo de estar relacionado a outras coisas. O que é comum a todos eles é o fato de serem “algo”. Plotino critica essa noção, pois esse gênero abrange tanto corpos quanto incorpóreos. E um gênero só pode ser diferenciado em espécies por meio de diferenças que não residam no próprio gênero. E isso acaba por violar a lei do terceiro excluído — ao incluir tanto seres quanto não-seres (incorpóreos). A noção de substrato combina a de matéria e a de corpo — e a primeira é anterior à segunda, não podendo, portanto, estar no mesmo gênero que ela. Além disso, a matéria é um princípio, não um gênero.

Guthrie

Capítulo 1: Revisão histórica das categorias

  • Das 10 categorias aristotélicas
  • Posição de Aristóteles
  • As categorias de Aristóteles negligenciam o Mundo Inteligível

Capítulos 2-3: Ser

  • Ser inteligível e ser sensível não podem formar uma única espécie
  • Questões levantadas pelas teorias aristotélicas
  • O que é “ser' em geral?

Capítulo 4: Quantidade

  • Quantidade contínua e determinada não têm nada em comum
  • Números não são quantidades em si mesmos
  • Número não está em quantidade; mas quantidade em número
  • Magnitude e número seriam de um tipo diferente de quantidade

Capítulo 5: Fala como quantidade

  • Nem é o tempo uma quantidade
  • Quantidade como igual e desigual não se refere aos objetos

Capítulo 6: Relação

Capítulo 7; Se estas relações são objetivas ou subjetivas

  • Relações são existências simultâneas

Capítulo 8: Distinção entre habituação ativa imediata e remota

Capítulo 9: Habituações são razões que participam em formas

  • Enquanto algumas categorias aristotélicas são logicamente possíveis, os objetos assumidos são impossíveis

Capítulo 10: Qualidades

  • A falta de poderes não pode ser assumida sob a mesma categoria como os poderes
  • Meros diferenciais de seres não são qualidades genuínas
  • Nem todas as qualidades são razões
  • Qualidade não é um poder mas disposição, forma e característica
  • Qualidade consiste em uma característica não-essencial
  • Qualidades feias são razões imperfeitas

Capítulo 11: Há apenas uma espécie de qualidade, da qual capacidade e disposição compartilham

  • Poderes físicos não formas uma espécie secundária de qualidade
  • A derivação das qualidades da afeição é de nenhuma importância
  • Configuração não é uma qualidade; mas aparência específica ou razão
  • Aristóteles estava errado em chamar qualidades de “grosseiras”, “unidas”, “raras” e “densas”

Capítulo 12: Teoria psicológica da qualidade

  • Relação entre a coisa qualificada e a qualidade
  • Atividade não altera a qualidade
  • São o mundo dos sentidos e o mundo dos inteligíveis separados, ou classificáveis juntos?

Capítulo 13: Quando

  • Se o tempo é uma quantidade, porque deveria o “quando do tempo” formar uma categoria separada

Capítulo 14: Onde ou Sítio

  • Se “onde” e “sítio” são diferentes categorias, muitas mais podem ser adicionadas

Capítulo 15: Ação e experiência

  • Atualizar uma melhor categoria do que fazer ou agir

Capítulo 16: Como pode o movimento estar no tempo, se a mudança está fora do tempo?

Capítulo 17: Ação e experimentação podem ser assumidas sob movimento, mas não podem ser consideradas como categorias separadas

Capítulo 18: Dos princípios aristotélicos, mesmo intelecção seria movimento e atualização

Capítulo 19: Certas ações parecem imperfeitas quando não associadas ao tempo?

  • Ação e reação forma um único gênero

Capítulo 20: Reações não precisam ser passivas mas podem ser ativas

Capítulo 21: Definição de reação ou sofrimento

Capítulo 22: Transmissão, recepção e relação subjazem ação e experimentação

  • Predição e responsividade a isto não cai sob a definição de ação e experimentação

Capítulo 23: Possessão

  • Ter é tão indefinido e variado que não pode ser uma categoria

Capítulo 24: Situação

Capítulo 25: Crítica das categorias estoicas

  • A categoria de algo comum é absurda
  • Substância; de acordo com eles está dividida

Capítulo 26: A matéria não pode ser o princípio primário

  • Matéria não é um corpo “sem qualidade, mas com magnitude” (definição estóica)
  • Existência absoluta prece existência contingente

Capítulo 26: O deus estoico é apenas a matéria modificada

  • Se tudo é derivado da matéria, a matéria não pode mais ser seu tema
  • O monismo dos estoicos se desmantela, assim como o dualismo

Capítulo 28: O erro dos estoicos é ter tomado a sensação como guia

Capítulo 29: Qualidade

  • Qualidade são incorpóreas
  • “Razões seminais” como matéria qualificada seria um compósito e secundário
  • As quatro categorias estoicas evaporam, deixando apenas a matéria como base
  • O culto da matéria implica em ignorar a alma e a inteligência

Capítulo 30: Modalidade

  • A modalidade não deveria ocupar nem mesmo o terceiro nível de existência

Capítulo 31: Relação, os estoicos confundem o novo com o anterior


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